Gémeos Winklevoss são os primeiros bilionários de bitcoins

Eugenio Alvim
6 Dezembro, 2017

No casso dos irmãos Winklevoss, eles são ex-atletas olímpicos e já chegaram a processar Mark Zuckerberg, dono do Facebook, alegando que eles é que tiveram a ideia de criar esta rede social.

Além dos Winklevoss, é possível que outra pessoa tenha uma fortuna superior a US$ 1 bilhão em bitcoins: o inventor da moeda virtual, que usa o pseudônimo de Satoshi Nakamoto.

A tacada certeira começou em 2013 quando os irmãos Winklevoss compraram 1% da oferta total de bitcoins por US$ 11 milhões (9,2 milhões de euros), usando parte da indemnização de 65 milhões de dólares (54,8 milhões de euros) que ganharam do dono da maior rede social do mundo. Após sofrer grandes quedas de preços na semana passada, no último domingo, a moeda digital atingiu um novo recorde de US$ 11.826,76 por moeda, de acordo com os dados do Markets Insider, superando a alta anterior de cerca de US$ 11.300.

Os dois irmãos levaram um duro golpe no início deste ano da Comissão de Valores de Mercado (SEC), que rejeitou um pedido feito por eles em 2013 para lançar um fundo de investimentos cotado ao valor do bitcoin por considerar que havia chance de fraude. Na época, a criptomeda valia cerca de US$ 120.

Os gêmeos descrevem o bitcoin como um ativo melhor do que o ouro.

Em entrevista à CNN, em 2015, Tyler Winklevoss falou do potencial de ganho da moeda virtual. Desde então, eles já investiram em mais de 50 startups, dentre elas empresas como o aplicativo de transporte espanhol Cabify.

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