Vice-governadora: há consenso para aprovação da reforma da Previdência

Eugenio Alvim
23 Ноября, 2017

Ele evitou, porém, falar em um calendário de votação.

Maia admitiu que a reforma da Previdência é uma "matéria polêmica", mas destacou que é necessário aprovar a proposta para acabar com distorções do atual sistema.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), havia estipulado o dia 6 de dezembro para a votação em plenário da proposta em primeiro turno, mas o próprio Palácio do Planalto é cético sobre essa possibilidade.

No entorno do presidente, há quem admita que não votar o texto até o fim deste ano vai inviabilizar a tramitação da proposta em 2018, quando os políticos estarão voltados apenas para as campanhas eleitorais. Também participam da reunião o relator da reforma da Previdência na Câmara, deputado Arthur Maia (PPS-BA) e o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR).

No encontro desta quarta-feira (22), realizado no Palácio do Alvorada, o peemedebista pediu aos governadores que atuem junto às bancadas federais para aprovar a iniciativa. O valor integral será pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social somente quando houver contribuição de 40 anos e a idade mínima. Se a nova Previdência for aprovada e representar 60% da original, a economia será de pouco menos de R$ 480 bi, ou R$ 320 bi a menos que o previsto. Foram retirados do texto a mudança de regra para trabalhadores rurais e o benefício de prestação continuada (BPC).

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