Produção industrial catarinense cresce 2,4% em setembro

Eugenio Alvim
9 Ноября, 2017

Influenciada pelo setor de alimentos e celulose, a produção industrial gaúcha teve queda de 5% em setembro de 2017, se comparado ao mesmo mês do ano anterior.

Os dados, que são do IBGE, foram divulgados nesta quarta-feira (8). A taxa é a maior para um período de três meses desde a registrada no segundo trimestre de 2013, que foi de 5,1%.

Rio de Janeiro - O crescimento de 3,1% da produção industrial brasileira no terceiro trimestre do ano, frente ao mesmo trimestre de 2016, reflete avanço na indústria de 13 dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa anualizada, índice acumulado nos últimos doze meses, ao passar de -0,2% em agosto para 1,6% em setembro de 2017, apontou a primeira taxa positiva desde setembro de 2014 (0,9%) e manteve a trajetória ascendente iniciada em junho de 2016 (-18,2%).

Por outro lado, recuaram as produções de Rio Grande do Sul (-5%) e Pernambuco (-4,1%) - pressionados pelo comportamento negativo vindo dos setores de celulose, papel e produtos de papel (celulose) e produtos alimentícios. Os resultados negativos restantes foram observados no Espírito Santo (-2,7%), Região Nordeste (-1,3%) e Minas Gerais (-0,8%).

Os números do estado impulsionaram o índice, apesar das quedas no Espírito Santo (-3%), Pernambuco (-2,5%), Ceará (-1,1%), Amazonas (-1,1%), Bahia (-1,1%), Rio Grande do Sul (-1,0%) e Minas Gerais (-0,4%).

Na média das 14 regiões, a produção industrial cresceu 0,2% de agosto para setembro. O destaque foi do Rio de Janeiro, alta de 8,7%.

Também tiveram resultados positivos de agosto para setembro Goiás (2,1%), Pará (2,0%), São Paulo (1,3%), Paraná (0,2%) e Santa Catarina (0,2%).

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