Estudo aponta 61.619 homicídios no Brasil em 2016

Simao Alves
31 Октября, 2017

Eu acredito que o aumento será maior ainda quando forem comparados os dados de 2017. A menor taxa de crimes violentos intencionais está em São Paulo: 8,4 mortes por 100 mil habitantes.

Os roubos seguidos de morte vitimaram 88 pessoas em 2016. Os registros de pessoas mortas em confronto com as polícias tiveram leve queda: de 63 para 62 ocorrências. No Espírito Santo, o Programa Estado Presente foi executado em 2011 e gerou uma redução de 20% das mortes, mas em 2015 começou a ser desmontado. No ano anterior foi um.

As capitais com taxas mais elevadas de assassinatos por 100 mil habitantes são Aracaju, com 66,7, Belém, 64, e Porto Alegre, 64,1. Os números do ano passado, segundo o relatório, não foram informados pelo estado. Sancionada em 2015, a lei federal que define o feminicídio transformou em hediondo o assassinato de mulheres motivado justamente por sua condição de mulher.

O estado de Sergipe teve o maior número de mortes relativos a cada 100 mil habitantes, foram cerca de 64 pessoas.

Não é o maior índice já registrado pela entidade, no entanto, que divulga anualmente estatísticas de segurança pública. Na comparação com 2015, a queda foi ínfima, de 0,8%. No outro extremo, entre as unidades da federação em que os índices de latrocínio regrediram, as princiais quedas foram em Roraima (45%), Paraíba (28%) e Amapá (23%). É como se a cada ano o Brasil sofresse um ataque de bomba atômica por ano, dizem os pesquisadores.

A ONU considera que acima de 10 mortes para cada 100 mil habitantes a violência é endêmica. O Rio Grande do Norte foi o terceiro em crescimento no número de mortes (18%). São Paulo, o estado menos violento, teve 4.925 mil mortes, uma queda de 6% em relação a 2015. Considerando as lesões corporais seguidas de morte, também houve aumento de 12,9% no número de ocorrências: de 31 mortes, em 2015, para 35, no ano seguinte. Ao todo, foram levados 1.066.674 veículos.

O número de estupros cresceu 3,5%, somando 49.497 casos. Além disso, uma mulher foi assassinada a cada duas horas no Brasil. Já para os crimes de homicídios dolosos, a variação foi de apenas 4,3% no mesmo período, ou seja, a taxa de estupros no Estado é 4,7 vezes maior que a taxa de mortes violentas. Em 2013, foram 55.847 mil assassinatos. No Rio, a situação é especialmente preocupante. Em 2015, o Piauí registrou 47 latrocínios e em 2016, 49.

A liderança é do Pará, que subiu uma posição em relação a 2016.

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